Preencha os campos abaixo para submeter seu pedido de música:

Tocando agora: Carregando...

madrugada
No comando: Madrugada da Nova FM

Das 00:05 as 05:00

buteco
No comando: Buteco Sertanejo

Das 05:00 as 07:00

maxresdefault (1)
No comando: REDE CULTURA DE RÁDIO

Das 07:00 as 08:00

9267529921_c05ffb5af5
No comando: WEB RÁDIO

Das 08:00 as 09:00

encontro marcado
No comando: Encontro Marcado

Das 09:00 as 12:00

image
No comando: JORNAL DO MEIO DIA

Das 12:00 as 12:30

269824_178535602208024_100001547555151_477162_6018798_n
No comando: BATE PAPO ESPORTIVO

Das 12:30 as 13:00

locutor-51-20150106215808
No comando: MPB ESPECIAL

Das 13:00 as 14:00

Clube-da-Jovem-Guarda (1)
No comando: CLUBE DA JOVEM GUARDA

Das 14:00 as 17:00

download (1)
No comando: Coração Sertanejo

Das 17:00 as 19:00

20150416101832
No comando: A VOZ DO BRASIL

Das 19:00 as 20:00

logo fundo preto
No comando: FORRÓ POP

Das 20:00 as 22:00

fim de noite
No comando: Fim de Noite

Das 22:00 as 00:00

Advogados de Lula dizem que convocar eleição pode ser ‘única forma’ de resolver crise

Compartilhe:
BBBbmuo

Convocar eleições “talvez seja a única forma de resolver as alegações que existem contra o presidente (Michel Temer)”. O comentário é de Geoffrey Robertson, advogado do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no exterior e que, nesta quinta-feira, 18, anuncia que está apresentando novos documentos para reforçar sua queixa na ONU de que existe uma perseguição contra Lula no Brasil.

Sua afirmação vem um dia depois que foi revelado o suposto envolvimento do presidente Temer e conversas com executivos da JBS. Para o jurista, “as ruas no Brasil estão pedindo eleições”.

O advogado levantou a tese da eleição ao atualizar a imprensa internacional, em Genebra, sobre a queixa que ele apresentou ao Comitê de Direitos Humanos da ONU em julho de 2016 sobre a parcialidade da investigação sobre Lula. Para ele, o ex-presidente “deve ser condenado” diante do que ele chama de um “comportamento parcial” do juiz federal Sérgio Moro.

“Lula não quer imunidade nem impunidade”, garantiu. Ao falar com a imprensa estrangeira nesta quinta-feira, os advogados apontam que a ONU “aceitou” a petição do ex-presidente e que agora a equipe legal vai entregar respostas finais às perguntas realizadas pelos peritos, assim como evidências de “novos abusos cometidos” contra Lula pelo sistema judiciário brasileiro. A coletiva em Genebra foi anunciada como “a perseguição contra Lula”.

Robertson, porém, criticou a Justiça brasileira, dizendo que o sistema é “louco” e que Lula, depois de deixar o governo “viveu de forma muito modesta, na periferia de São Paulo”. “Ele é famoso por não ter refeições luxuosas ou viagens. Nenhuma conta no exterior menciona Lula. Até o apartamento que ele supostamente ganhou é bem modesto em praia de segunda categoria”, disse, em referência ao triplex no Guarujá.

Para a advogada de Lula, Valeska Teixeira, o processo contra Lula “quer afetar o calendário eleitoral”. Segundo ela, o depoimento do ex-presidente “não atende padrão internacional” e Moro “não nos deixou produzir evidências”. “Não há presunção de inocência no Brasil. Mas presunção de culpa”, insistiu Robertson

Atraso

Apesar da pressão, a agenda de casos que serão avaliados pelo Comitê de Direitos Humanos da ONU em julho não inclui a queixa formada pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra a Judiciário brasileiro. Dados obtidos com exclusividade pelo Estado/Broadcast revelam que o órgão não cita o caso do ex-presidente em sua lista de temas a serem tratados em sua próxima sessão.

Em julho de 2016, os advogados acusavam o juiz Sérgio Moro na ONU de não estar sendo imparcial no julgamento do ex-presidente e apontam que os direitos de Lula estão sendo ameaçados no Brasil. Em outubro, a ONU aceitou avaliar o caso e deu até o dia 27 de janeiro deste ano para que o governo respondesse.

A entidade, porém, já deixou claro que não avalia ainda o conteúdo da queixa. Mas apenas se a ONU tem o direito ou não de examinar e fazer suas recomendações. De acordo com a entidade, o caso pode levar dois anos para ser examinado.

O Comitê da ONU, que se reúne em julho, não tratará do caso. “O caso não está na agenda da próxima sessão do Comitê, que ocorre em julho”, declarou num e-mail o departamento de imprensa do Alto Comissariado da ONU para Direitos Humanos.

Para que o tema não seja deixado para 2018, a última oportunidade que os advogados terão será a da inclusão da queixa na lista de casos a serem tratados na reunião do Comitê de outubro deste ano, a última sessão de 2017. O Estado confirmou que a agenda do órgão para o segundo semestre não está definida.

Deixe seu comentário:

https://www.facebook.com/HoostCom

#01:
Musica:
#02:
Musica:
#03:
Musica:
#04:
Musica:
#05:
Musica:
#06:
Musica:
#07:
Musica:
#08:
Musica:
#09:
Musica:
#10:
Musica:

Curta no Facebook

Tags