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Semas confirma mais um vazamento de óleo no rio Pará

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Por: O LIberal10 de Maio de 2017 às 07:08Atualizado em 10 de Maio de 2017 às 07:54

Mais um acidente ambiental foi confirmado ,ontem, Porto de Vila do Conde, em Barcarena, região do Baixo Tocantins, no nordeste do Estado. Pelo menos 100 litros de óleo diesel vazaram ontem no rio Pará, no momento em que era feito o abastecimento de uma embarcação para outra. O fato se registrou na quinta-feira da semana passada, 4, mas só foi confirmado ontem.

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade (Semas) disse que enviou uma equipe, composta por analista ambiental e agente de fiscalização, para a área a fim de investigar a dimensão do dano. Além da visita técnica, a Semas aguarda relatórios técnicos das empresas responsáveis pelo acidente para, eventualmente, multar os responsáveis.

Preliminarmente, foi constatado um derramamento de cerca de 100 litros de óleo. Barreiras absorventes, que fazem parte do plano do contingência da empresa, cujo nome não foi revelado pela Semas, foram utilizadas para evitar que o óleo se alastre.

As informações de que dispõe a Semas são de que a situação foi contornada. Este é mais um caso de dano ambiental ocorrido no Porto de Vila do Conde, que teve as operações de transporte de carga viva suspensas pelo juiz da Vara Criminal da Comarca de Barcarena, Iran Ferreira Sampaio, em decorrência do naufrágio do navio boiadeiro Haidar, de bandeira libanesa, ocorrido há um ano e seis meses (6 de outubro de 2015), quando cerca de cinco mil bois morreram afogados, causando prejuízos ambientais e econômicos e milhares de moradores, principalmente às comunidades ribeirinhas e comerciantes que trabalham nas praias de Barcarena.

Até ontem, nenhuma família havia indenizada pelos prejuízos com o naufrágio da embarcação.

“A situação dos comerciantes e dos barraqueiros, durante esse um ano e seis meses, resume-se em somar prejuízos”, disse, no último dia 6, Henrique Nery Carvalho, presidente da Associação dos Barraqueiros da Praia e Comerciantes de Vila do Conde. Naquele dia, de manhã, moradores de Barcarena e de Abaetetuba fizeram um ato público em frente ao porto da Companhia Docas do Pará (CDP), em Vila do Conde, em Barcarena. A manifestação, que reuniu aproximadamente 60 pessoas, marcou um ano e seis meses do naufrágio do navio Haidar, em outubro de 2015. O porto de Vila do Conde é administrado pela Companhia Docas do Pará (CDP).

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