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Belém reduz número de fumantes em 67,3% em 12 anos

Quantidade passou de 15% da população para 4,9%, de acordo com dados divulgados dia 31 pelo Ministério da Saúde

Thiago Vilarins

Dados inéditos sobre o tabagismo, divulgados pelo Ministério da Saúde na última semana, em comemoração ao Dia Mundial sem Tabaco (31), mostram que, em 12 anos, o número de pessoas que afirmam ter o hábito de fumar em Belém caiu 67,3%, passando de 15% da população em 2006 para apenas 4,9% no último ano – terceira menor proporção do País, atrás somente de Salvador e São Luís, com 4,8%, cada. Além desse dado, outra boa notícia foi dvulgada: na última década caiu pela metade o percentual de pessoas que inalam a fumaça do cigarro passivamente no local de trabalho.

A proporção de fumantes passivos nesse ambiente passou de 11% em 2009, para 5,6% no ano passado (-49,1%). Os dados são do último levantamento do Sistema de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel). A pesquisa apontou ainda uma redução significativa nos percentuais de passivos no local de trabalho entre as mulheres e homens em Belém. Em 2009, as mulheres representavam 6,6%, passando para 3,3% em 2018. Já entre os homens o percentual era de 16,1% e reduziu para 8,2% no ano passado. Os dados do Vigitel apontam ainda que a frequência de fumantes passivos no local de trabalho diminuiu com o aumento da escolaridade para ambos sexos.

“Houve um avanço importante na redução da exposição de pessoas ao fumo passivo, e esse impacto foi verificado após a regulamentação da Lei que proíbe o ato de fumar cigarros, charutos, narguilés e outros produtos em locais fechados e de uso coletivo. No entanto, ainda é preciso continuar fiscalizando os locais de trabalho e dar continuidade com a política de aumento dos preços de cigarros. O aumento no preço tem impacto direto na redução de fumantes no País”, afirmou a diretora geral de Doenças e Agravos Não Transmissíveis e Promoção da Saúde, Maria de Fátima Marinho.

A redução na capital paraense chega a ser maior que a nacional no mesmo período. Em todo o Brasil a queda percentual foi de 44,6% no total de fumantes passivos no local de trabalho. A oscilação foi de 12,1% para 6,7%. Dentre as mulheres a diminuição foi de 45,6% e entre os homens de 43,5%. Quando verificado a situação das capitais, a frequência de fumantes passivos no local de trabalho variou entre 3,7% em Porto Alegre e 9,7% em Porto Velho. Entre os homens, as maiores frequências foram observadas em Porto Velho (14,5%), Recife (13,0%) e Campo Grande (12,9%), e entre as mulheres, no Distrito Federal (6,4%), em João Pessoa (6,0%) e Rio Branco (5,9%). As menores frequências entre os homens foram observadas em Porto Alegre (5,2%), Curitiba (5,9%) e Distrito Federal (6,7%). Já para o sexo feminino, as menores frequências ocorreram em São Luís (2,1%), Porto Alegre (2,4%) e Vitória (2,6%).

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