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‘Estou há um mês sem vender’, lamenta açougueiro após alta no preço da carne vermelha em Belém - Web Radio Nova Independente

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‘Estou há um mês sem vender’, lamenta açougueiro após alta no preço da carne vermelha em Belém

SEM CARNE

28 NOV 2019 – 09H52ATUALIZADO 28 NOV 2019 – 10H07POR OTÁVIO MARCOS
Com a alta do preço da carne vermelha, alguns açougues e supermercados de Belém começam a esvaziar suas prateleiras. Joel Ferreira, açougueiro há 40 anos, lamenta a alta do preço e diz que o aumento prejudica sua venda. “Estou há um mês sem vender carne, a gente acaba tendo que repassar esse valor para o cliente, e com tanto aumento, o consumidor acaba sumindo junto com a carne”, diz o açougueiro.

Atualmente seu Joel vem todos os dias para o mercado de carne, localizado no Ver-o-Peso, mas como não tem mercadoria, a única alternativa é prestar serviços para outros açougues.

A esperada alta no preço das carnes já começou a chegar ao consumidor. Por causa do apetite chinês, que aumentou as importações de carnes do Brasil, a arroba do boi subiu nas últimas semanas, e o repasse já começa a chegar às gôndolas. Em Belém, supermercados começaram a esvaziar suas prateleiras e informaram o público que não haverá carne vermelha.

O Portal Roma News foi até um açougue e conversou com consumidores que já sentem a alta no preço da carne vermelha e procuram soluções. Assista!

ALTA DA CARNE

O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio Econômico do Pará (Dieese), aponta que o preço da carne vermelha continua entre as mais caras do país. Em outubro de 2019, o quilo da carne bovina de primeira (coxão, chã, cabeça de lombo e paulista) foi comercializada em média em Belém a R$ 20,89, apresentando alta de preço de 0,63% ao mês de outubro de 2018, quando custava R$ 19,92.

No balanço comparativo dos dez primeiros meses de 2019, a carne vermelha apresenta alta de 7,02%, percentual superior a inflação calculada para o mesmo período que alcançou 2,49%.

 As carnes começam a ficar escassas nas prateleiras de açougues e supermercados.

A tendência é que o preço da carne vermelha apresente alta durante as festividades de fim de ano e o consumidor já deve notar nas próximas semanas nas prateleiras dos açougues e supermercados um valor elevado.

MOTIVO DA ALTA

A justificativa desses valores é uma combinação de entressafra e exportações fora do padrão. Desde o fim de 2018, a China enfrenta queda da produção de suínos devido a uma grave crise sanitária na suinocultura, o que a fez elevar as compras externas e a procura de outras proteínas, como a bovina.

O Brasil, o principal exportador mundial de carne bovina e de frango, foi beneficiado por essa demanda chinesa. E essa demanda veio justamente na entressafra do boi, quando a oferta é menor –em parte por causa da diminuição de matrizes após a Operação Carne Fraca, há dois anos, que derrubou os preços do setor– e quando o consumo interno aumenta devido às festas.

O resultado foi uma disparada do preço do boi, que chegou a R$ 204,05 na terça-feira, 19, segundo o indicador Esalq/B3. A alta em 12 meses é de quase 40%. As carnes vieram, semana a semana, aumentando de preço.

Como a produção de aves é mais rápida e a maior parte da produção é para consumo interno, a carne de frango sofre menos com a pressão externa. Já para os supersticiosos que evitam frango no Réveillon porque a ave cisca para trás, os preços dos pescados estão estáveis.

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