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Quase 70% das pessoas no Pará dizem não à doação de órgãos

DURA REALIDADE

28 NOV 2019 – 05H00ATUALIZADO 28 NOV 2019 – 11H40POR DA REDAÇÃO
A média de transplantes de órgãos no Brasil, no primeiro semestre deste ano, não cresceu em relação ao ano passado, ao contrário, estagnou com pequena redução. No Pará, os dados anuais também devem fechar estagnados. Ano passado foram feitos apenas 305 transplantes, e este ano até outubro foram 238 transplantes no Pará, que tem alta taxa de negativa familiar, de quase 70%.

Ano passado, de 80 entrevistas familiares, 53 foram negativas à doação de órgãos, uma taxa de 66% de recusa familiar. Este ano, o percentual de recusa já está em 56% nos dados computados até o final de outubro.

Dentro dos hospitais, as entrevistas são feitas pela Comissão Intra-Hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante (CIHDOTT), obrigatória em todos os hospitais públicos, privados e filantrópicos com mais de 80 leitos.

O Pará também não figura entre os dez estados brasileiros que apresentaram crescimento nas doações, que foram Bahia, Distrito Federal, Espírito Santo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

No Pará ano passado foram feitos 62 transplantes de rins e 243 de córneas. Este ano, até outubro, foram feitos 52 de rins e 186 de córneas. Em todo o País, dados do Ministério da Saúde (MS) apontam 13.263 transplantes realizados no primeiro semestre de 2019 e 13.291 no mesmo período de 2018.

Este ano, 1,3 mil pessoas estão na lista de espera por um transplante só no Pará, sendo 392 esperando um rim e 982 pessoas esperando enxergar de novo por meio da doação de uma córnea. Esses dois tipos são feitos em hospitais do Pará. Já os pacientes que precisam de outros órgãos, como fígado, pâncreas, coração e pulmão, são encaminhados para outros estados do Brasil pelo Tratamento Fora de Domicílio (TFD), do Sistema Único de Saúde (SUS).

Decisão da família – A legislação de transplantes no Brasil é bem clara sobre quem tem a palavra final na doação de órgãos: a decisão é da família. A coordenadora da Central de Transplantes do Pará, Ierecê Miranda, afirma que justamente por ser sempre um momento de dor, é importante que as pessoas deixem claro para seus familiares a sua posição de doador de órgãos.

Esse desejo deve ser comunicado expressamente à família. “É necessário se posicionar sobre isso em vida, para que nesse momento seus familiares tenham a sensibilidade de respeitar sua vontade sobre ser doador de órgãos, porque essa decisão final é sempre da família, dos responsáveis por aquele potencial doador”, ressalta Ierecê.

Foi assim que agiu a família do apresentador Gugu Liberato, falecido no último dia 22, após o diagnóstico de morte cerebral. No caso de Gugu Liberato, a decisão de sua família em respeitar a sua vontade como doador deve beneficiar até 50 pessoas no Estados Unidos (EUA), já que todos os seus órgãos foram doados e naquele país o avançado sistema de captação permite doação de órgãos e tecidos que não são possíveis no Brasil.

Tipos de doadores – Existem dois tipos de doações de órgãos. A primeira é ode doador vivo. Pode ser qualquer pessoa que concorde com a doação, desde que não prejudique a sua própria saúde.

O doador vivo pode doar um dos rins, parte do fígado, parte da medula óssea ou parte do pulmão. Pela lei, parentes até o quarto grau e cônjuges podem ser doadores. Não parentes, só com autorização judicial.

O segundo tipo é o doador falecido. São pacientes com morte encefálica, geralmente vítimas de catástrofes cerebrais, como traumatismo craniano ou AVC (derrame cerebral).

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