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Redução do preço da gasolina não é sentida nos postos de Belém

Essa é a terceira queda consecutiva do valor nas refinarias, segundo a Petrobrás

Redação Integrada

O preço do litro da gasolina teve uma redução nesta quarta-feira, 9, de 1,38% nas refinarias, de acordo com anúncio feito pela Petrobrás. O combustível passou a ser comercializado a R$ 1,4337, dois centavos a menos do que o preço praticado anteriormente; R$ 1,4537. Consumidores ainda reclamam, no entanto, do fato de não sentirem diferença no valor cobrado pelos postos nas ruas da Grande Belém.

A diminuição representa a terceira queda consecutiva do preço do combustível, que começou 2019 sendo vendido a R$ 1,5087 por litro. Desde o dia 1º deste mês, o produto acumula queda de 4,97% no preço nas refinarias da estatal.O valor do diesel, por sua vez, foi mantido em R$ 1,8545, a mesma marca desde o início do novo ano.

O despachante de veículos, David Andrade, morador da Cidade Nova 4, no município de Ananindeua, trabalha durante todos os dias com seu automóvel. Ele gasta diariamente, em média, R$ 100 com o abastecimento do tanque de seu carro. Em sua opinião, a diminuição do preço na refinaria não representou economia para o bolso do trabalhador comum que circula na  capital paraense. “Acredito que em Belém, especialmente no centro, os postos são mais elitizados, por isso cobram mais caro, em comparação com as outras cidades, mas não vi redução em nenhuma”, opina.

David notou baixa no preço há quinze dias nos postos localizados em Ananindeua. Antes desse período, o valor, segundo ele, chegava a R$ 4,40. “Desde então, acredito que não tenha mais mudado. O menor preço que encontro do litro atualmente é de R$ 4,10”, relata.

Aglésio de Sousa, motorista do aplicativo de celular Uber, afirma que, apesar de ter abastecido ontem, também não notou barateamento do produto nas ruas por onde andou. “Abasteço principalmente em Marituba, onde moro, e Ananindeua. Nesses lugares consigo encontrar o litro mais barato a R$ 4,00. E isso permaneceu”, assegura. No centro de Belém, o motorista diz que o preço “mais em conta” é R$ 4,20.

Em comunicado à redação de O Liberal, o Sindicombustíveis Pará, sindicato que representa o comércio varejista de derivados de petróleo no Estado, alegou que a diminuição do preço da gasolina na refinaria “não acontece na mesma velocidade e proporção nas bombas por diversos motivos alheios à vontade das empresas”, e o principal deles seria o comportamento das distribuidoras responsáveis pela chegada do combustível nos postos. “Um acompanhamento da ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis) divulgado no fim de 2018 indicou que, embora o preço da gasolina comum tenha caído cerca de R$ 0,51 nos últimos meses do ano, apenas cerca de R$0,26 foram repassados pelas distribuidoras aos postos. Especial atenção deve ser dada às margens de lucro das Distribuidoras e outros custos que incidem sobre o preço dos combustíveis, como por exemplo o etanol, que hoje compõe 27% da gasolina”, diz a nota.

Ainda segundo o Sindicombustíveis, não é possível afirmar, portanto, se a diferença será sentida de imediato pelos consumidores. “Vai variar de empresa para empresa. Não é possível repassar redução não recebida na compra.”, finaliza o sindicato.

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