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Paysandu não confirma auxiliar técnico no comando para o RexPa de domingo

Quarta-Feira, 20/03/2019, 09:15:10 – Atualizado em 20/03/2019, 09:26:53 

nquanto a direção do Paysandu age nos bastidores, tentando encontrar o quanto antes o novo treinador que sucederá João Brigatti no comando da equipe, as especulações em tornos de nomes de supostos técnicos sondados pelo clube não para de circular, principalmente nas chamadas redes sociais. Mas até o fechamento desta edição, o nome do novo comandante bicolor não havia sido anunciado. Faltando cinco dias para o Re-Pa do domingo (24), o segundo do ano, aumentam as possibilidades do auxiliar-técnico Leandro Niehues (pronuncia-se Nius) estar à beira do gramado orientando a equipe bicolor.

Ainda que o futuro treinador bicolor seja anunciado hoje, ele terá pouco tempo para conhecer o grupo que comandará, o que poderá fazer com que ele apenas assista ao jogo de um dos camarotes do Mangueirão, deixando a orientação ao time a cargo de Niehues. O próprio presidente Ricardo Gluck Paul, responsável pela decisão da troca de treinador, admite a possibilidade do auxiliar, que é funcionário do Papão, dirigir a onzena bicolor no segundo Re-Pa do ano. O dirigente ressalta a capacidade profissional de Niehues como justificativa para o aproveitamento do assistente no clássico.

“O Leandro Niehues, que é o nosso auxiliar, já treinou, por exemplo, o Atlético-PR, o Luverdense-MT, Figueirense-SC… É um técnico com uma extensa experiência a nível nacional”, elogia Gluck Paul. O dirigente ratificou a ideia de que o elenco bicolor não será afetado pela mudança de técnico. “Nossa equipe está preparada para suportar essa transição”, afirmou. A procura do novo treinador, conforme informou o presidente, vem ocorrendo desde que o agora ex-treinador foi comunicado de sua saída do clube.

“Após comunicarmos pessoalmente o Brigatti da decisão, no domingo à noite, passamos a procurar outro profissional”, contou Gluck Paul. Alguns nomes são especulados entre os torcedores. Entre os técnicos supostamente sondados pelo clube, estão Flávio Araújo, cuja contratação foi descartada por Gluck Paul, e até, num sonho mirabolante, Emerson Leão, que não se enquadra de forma alguma no perfil financeiro do clube.

Desde que assumiu interinamente o comando do elenco Niehues vem trabalhando sem se importar com a chegada ou não do novo treinador a tempo de dirigir o time no Re-Pa. Ontem, no seu segundo dia na função de treinador, ele ministrou treino em campo reduzido procurando acertar a finalização do ataque do time, assim como ajustar a saída de bola e o posicionamento dos atletas em campo. Hoje a dose será repetida.

Semana de Re-Pa não influenciou na demissão

O fato do técnico João Brigatti ter sido dispensado na semana do segundo Re-Pa do ano, segundo o presidente Ricardo Gluck Paul, ficou em segundo plano na decisão tomada por ele. “Isso não pode ser o suficiente para impedir o que temos de fazer”, alegou o dirigente. “Veja bem: daqui a uma semana tem o Re-Pa, depois é véspera de semifinal, depois será véspera de final, depois é véspera de Copa do Brasil, depois é véspera do início da Série C, então quando será o melhor momento? Esperar o quê?”, questionou. “A decisão tem de ser tomada na hora que a situação se apresenta. Pode ter o que tiver!”, enfatizou Gluck Paul. A saída repentina de Brigatti, na opinião do presidente, não acarretou nenhum prejuízo imediato ao Papão. Ele ressaltou na coletiva concedida na última segunda-feira que toda a programação de treinamento vem sendo seguida pelo elenco. “A gente respeita esse clássico, que é um campeonato à parte. Mas, com todo o respeito, nós temos equipe, nós temos plantel, nós temos uma estrutura de futebol, que com certeza nos dará suporte para enfrentar o Clube do Remo na grandeza que a torcida merece”, comentou.

Depois da surpresa, confiança continua

Capitão bicolor aplaude convicção da diretoria em fazer o que acredita (Foto: Jorge Luiz/PSC)

Uma atitude ousada. É desta maneira que o zagueiro Micael classifica a decisão tomada unilateralmente pelo presidente Ricardo Gluck Paul, que decidiu, no último domingo, afastar o paulista João Brigatti da direção técnica do Paysandu. Em entrevista, ontem pela manhã, na Curuzu, o jogador comentou a saída do treinador, deixando claro a sua surpresa com a medida, que causou grande surpresa não só a ele mais a todos os demais atletas do clube.

“A direção tomou uma atitude de certo ponto muito corajosa”, admite o zagueiro. “Ela pode ser alvo de muitas críticas. Mas ela acreditou nisso, teve convicção e eu avalio de muito bom gesto isso, quando se tem uma convicção e se faz aquilo em que se acredita”, ressalta Micael. O jogador conta que não só ele, mas todo o restante do elenco foi tomado de surpresa pelo afastamento do técnico. “Pegou (de surpresa) grande parte da torcida, dos jogadores. Eu, sinceramente, não esperava, mas a gente confia muito na direção (do clube) e a nossa função, nossa responsabilidade dentro de campo e do vestiário está muito firme”, garante.

Micael evita falar sobre as características necessárias ao futuro treinador da equipe. “Não sou eu quem está avaliando treinador. Não tenho nem que pensar na verdade em novos nomes e qual vai ser o perfil técnico dele. Tenho de fazer o meu trabalho como profissional”, alega. Ele não acredita que a mudança de treinador possa trazer algum reflexo negativo ao desempenho do time nos próximos jogos, sobretudo no Re-Pa do domingo (24). “Acho que mesmo com essa mudança vamos ter uma boa sequência mesmo quando o novo treinador chegar”, confia.

(Nildo Lima/Diário do Pará)

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